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UWB morrerá em 2013, diz estudo.

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Segundo um novo estudo apresentado pelo In-stat, a tecnologia UWB (do inglês Ultrawideband, ou banda ultra larga) estará morta em 2013. A transmissão de dados sem fio em banda larga, explorada por exemplo para transmissão de vídeo em alta definição (Wireless HD video), deve ser dominada pela tecnologia Wi-Fi em sua variante 802.11n, é o que afirma o estudo.

O estudo constatou que várias start-ups com foco na tecnologia UWB fecharam suas portas no ano passado e este ano, restando algumas poucas que poderão fornecer soluções proprietárias, que em 2013 serão resumidas a algumas aplicações voltadas para o segmento médico/industrial.

Fonte: EETimes

 

Última atualização em Ter, 05 de Maio de 2009 05:28
 

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AWR e Universidade James Cook disponibilizam curso de RF e microondas gratuitamente

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A AWR e a Universidade James Cook anunciaram que irão disponibilizar gratuitamente um curso de RF e microondas desenvolvido pelo professor associado Keith Kikkert. O curso, que é baseado no AWR Microwave Office e no software de projeto Visual System Simulator™ (VSS), pode ser baixado por universidades qualificadas através do site da AWR, na parte de downloads (https://www.awrcorp.com/download).

Aceitos os termos de concordância, a AWR irá distribuir o material do curso para os programas de Engenharia Elétrica do mundo inteiro, e o professor Keith Kikkert irá manter o material atualizado para as versões correntes do Microwave Office e VSS.

Para maiores esclarecimentos, enviar e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , ou acessar o site www.awrcorp.com/university.

Fonte: AWR

Última atualização em Sex, 24 de Abril de 2009 02:52
 

CEITEC entrega maior lote de chips já desenvolvido no país

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A Ceitec S.A., de Porto Alegre (RS), entregou quinta-feira (30 de abril) o maior lote de chips já desenvolvidos no Brasil. Foram 15 mil chips GBL entregues à empresa Altus Sistemas de Informática. O circuito integrado será utilizado na linha de controladores programáveis, chamada Série Ponto, que serve para automação industrial.

O chip foi o primeiro desenvolvido no País em grande volume. As 15 mil peças foram criadas, desenhadas, transformadas em produto e comercializadas pela Ceitec. O produto é fruto do know-how da Cietec, que traduziu o know-how da Altus em sistemas para o chip. O circuito ganhou o prêmio inovação tecnológica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 2008.

O presidente da Ceitec, Eduard Weichselbaumer, diz que a importância do ato de hoje é o volume de chips entregues. "Isso é inédito no Brasil, pois foi a primeira vez que um chip nacional chega a esse volume de produção". Além dos chips, ele entregou um quadro emoldurado do chip aumentado milhares de vezes, para servir de lembrança do trabalho realizado para a Altus.

Como cliente da Ceitec a Altus colaborou decisivamente para um primeiro passo de toda uma cadeia que se desenvolverá no estado e no Brasil. Para Luiz Gerbase, presidente da Altus, "o desenvolvimento do primeiro chip comercial brasileiro demonstra a capacidade do País em desenvolver tecnologia, de inovar e ter a segurança de proteção intelectual nos seus desenhos de circuitos eletrônicos".

O presidente Weichselbaumer afirma que a empresa produzirá chips sempre em grande escala. "Estamos desenvolvendo produtos de alta complexidade e de complexidade menor. Os mais complexos têm preços unitários mais altos e volumes menores. Já os chips menos complexos serão fabricados em volumes maiores", explica. O chip do boi, por exemplo, é um produto que tem potencial de mercado de muitos milhões de peças.

A opção da Ceitec por uma estratégia de nichos se explica pelas sinergias que a empresa tem e pelas possibilidades de crescimento contínuo. "Essa estratégia foi traçada para colocar o Brasil no mercado mundial de semicondutores. Selecionamos os nichos onde podemos crescer e nos tornar competitivos mundialmente", comenta.

Fonte: MCT

 

Atraso da CEEE coloca em risco inauguração do CEITEC

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Prevista para junho, a inauguração oficial do Centro de Excelência  em Tecnologia Eletrônica Avançada corre o risco de não acontecer. O motivo são as freqüentes oscilações de energia  na primeira fábrica de microchips da América Latina, localizada em Porto Alegre.  Neste ano, em apenas dez horas, houve 400 flutuações no abastecimento, que queimaram três equipamentos de alta tecnologia, avaliados em U$S 60 mil dólares.  O tema foi discutido hoje pela manhã em audiência pública da Comissão de Economia da Assembléia Legislativa.

A solução para o problema é a instalação das chamadas linhas redundantes, que asseguram estabilidade à rede elétrica e protegem equipamentos sensíveis. Já existe um convênio entre o governo do Estado e a CEEE para a realização da obra, avaliada em R$ 1,2 milhão. Embora representantes da estatal aleguem que o projeto está sendo executado dentro da programação normal, os deputados apontam atrasos na execução. “Várias vezes, o governo prometeu concluir a obras, mas continuamos andando em círculos”, apontou o deputado Adão Villaverde (PT).

Secretário de Ciência e Tecnologia na época em que o CEITEC foi concebido, o parlamentar lembrou que a infraestrutura para a implantação da fábrica foi um item contemplado no protocolo assinado entre o governo Olívio e a Motorola. “Isso, inclusive, foi um diferencial que fez com que a Motorola optasse pelo Rio Grande do Sul e não por São Paulo, que também disputava o empreendimento”, lembrou.

O governo federal já destinou cerca de R$ 300 milhões para o CEITEC, que representa a porta de entrada do Brasil no mercado internacional de microeletrônica. A prefeitura de Porto Alegre também se comprometeu com a  infraestrutura no local, mas há reclamações de falta de calçamento, esgoto e de mato nos arredores da fábrica, localizada no bairro Lomba do Pinheiro.

Para Villaverde, o governo do Estado tem que assumir o projeto e resolver os problemas que poderão atrasar o pleno funcionamento da empresa. “Se for preciso, vamos ao núcleo do governo buscar uma solução imediata. O que não se pode admitir é o comprometimento da inauguração de um projeto que, com certeza, irá diversificar a matriz produtiva local e promover o desenvolvimento regional”, defendeu.

Os deputados decidiram visitar o CEITEC e procurar o secretário de Infra-estrutura, Daniel Andrade, para discutir o assunto. A audiência pública foi solicitada pelo deputado Raul Carrion (PCdoB).

 

Última atualização em Sex, 24 de Abril de 2009 02:57
 


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